Saiba como a mamoplastia redutora pode beneficiar a saúde das mulheres

Cada vez mais mulheres procuram a mamoplastia redutora, também chamada de mastoplastia redutora. Mas ao contrário do que muita gente pensa, os objetivos estéticos — como conquistar uma silhueta mais harmônica geralmente não são as principais razões dessa busca. Os benefícios à saúde que essa cirurgia plástica pode proporcionar são a principal causa dessa imensa procura, sem falar no ganho de autoestima.

Estimulados pela chegada da primavera, resolvemos compartilhar essas informações explicando como a mamoplastia redutora vem ganhando a preferência de muitas mulheres. Se a ideia lhe interessar, não perca tempo, agende uma visita e chegue ao verão recuperada do pós-operatório e com a região repaginada. 🤩

Eu tenho indicação para uma mamoplastia redutora?

A mamoplastia redutora é especialmente indicada para mulheres que sentem dores nas costas e no pescoço, possuem lesões na pele abaixo dos seios e nos ombros (devido ao sutiã), além de queda na autoestima por terem o busto muito volumoso.

Em outras palavras, toda mulher que sofre incômodos relacionados ao excesso de volume nas mamas é indicada a uma mamoplastia redutora. É bem verdade, contudo, que esses incômodos precisam ser analisados por um cirurgião plástico qualificado que irá dar o diagnóstico para o melhor tratamento. Algumas vezes é indicada uma mastopexia, procedimento que remodela a região e atenua os efeitos do tempo, como a flacidez.

Entretanto, assim como qualquer cirurgia plástica nesta região, um requisito fundamental é o completo desenvolvimento dos seios. Geralmente, isso ocorre depois de três anos da primeira menstruação, mas existem alguns fatores que influenciam o posicionamento e tamanho das mamas posteriormente na vida de uma mulher, como é o caso de dietas, emagrecimento repentino ou uma gravidez, por exemplo. Além disso, a estabilização do peso da paciente também é necessária, pois alterações de peso podem prejudicar o resultado final da cirurgia.

Como a mamoplastia redutora pode melhorar a saúde da mulher?

Não é de hoje que a redução de mamas, como é popularmente conhecida a mamoplastia redutora, virou tendência. Diversas mulheres famosas, dentre elas Anitta e Victoria Beckham, optaram por reduzir ou até mesmo retirar as próteses de silicone nos últimos anos. Por que elas fizeram isso se para grande parte da sociedade, seios grandes eram mais bonitos?

De acordo com dados divulgados em 2016 pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps), ao fim de 2015, este tipo de intervenção já representava um quinto do total de cirurgias plásticas do Brasil. Em números absolutos, foram mais de 72 mil mamoplastias redutoras realizadas naquele ano.

O que observamos aqui no Instituto PERFACE é que o fenômeno está relacionado com uma mudança dupla na mentalidade das mulheres: por um lado, elas querem cada vez mais procedimentos que lhes proporcionem um resultado natural, que seja condizente com as suas características individuais e não de modelos que trabalham com o corpo; ainda nesta mudança, a saúde passou a ser protagonista, estando hoje no mesmo patamar dos objetivos estéticos.

A mamoplastia redutora pode ter resultados incríveis em ambos os aspectos, pois permite, ao reduzir o volume das mamas:

  • A conquista de uma silhueta mais harmônica, condizente com suas medidas e desejos;
  • A redução no peso das mamas, aliviando as dores na coluna e as lesões causadas pelas alças do sutiã;
  • A melhora na postura, possibilitando ganhos em atividades físicas;
  • O reposicionamento do tecido após a retirada do excesso;
  • A recuperação da autoestima prejudicada pela impossibilidade de usar determinadas roupas e uma silhueta incompatível com seus desejos;

Seja qual for a intenção da paciente, é fundamental decidir depois de uma profunda reflexão, bem como consultar uma equipe médica de sua confiança. Em primeiro lugar vem a saúde física e mental!

Há problema em engravidar após uma mamoplastia redutora?

Do ponto de vista da saúde, nada impede ou desaconselha uma mulher a engravidar depois de realizar uma mamoplastia redutora. Mas é importante entender como a gestação irá afetar o seu corpo e, consequentemente, os resultados da cirurgia plástica.

As mamas são estruturas formadas por tecido glandular (glândula mamária), adiposo (gordura) e epitelial (pele), e os três estão sujeitos a mudanças no volume e formato de acordo com as alterações que ocorrem no corpo da mulher, de uma forma geral.

Assim sendo, uma gravidez — seguida ou não de amamentação — pode vir a alterar os resultados de uma mamoplastia redutora. Ficará a cargo de cada paciente realizar ou não uma nova cirurgia, mas não deixe de ter uma conversa franca e objetiva com o seu médico de confiança para analisar o seu caso individualmente.

O que mais eu deveria saber sobre a mamoplastia redutora?

Uma dúvida que é bastante comum aqui no Instituto PERFACE é como a redução de volume afeta o posicionamento das mamas, especialmente por mulheres que possuem “pendência” nessa região, com mamilos apontados para baixo.

O efeito da redução no posicionamento não é exato, dependendo das características de cada paciente, mas é importante deixar claro que a mamoplastia redutora tem como primeiro objetivo reduzir o volume mamário. Após a redução do volume dos seios, é realizado reposicionamento da mama e da aréola.

No caso de mamas “caídas”, sem aumento de volume, a Mastopexia — cirurgia que visa levantar e reposicionar os seios — é a mais indicada.

Ainda tem dúvidas sobre a mamoplastia redutora? Deseja saber mais sobre outras cirurgias plásticas? Entre em contato com o Instituto PERFACE ou agende uma visita, nossa equipe de cirurgiões terá prazer em lhe atender!

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